“CPI da Inquisição avança sobre pessoas de bem e quebra sigilos por atacado”, diz o Deputado Marco Feliciano

Quando temos à disposição um remédio, devemos ficar atentos à dose, pois, a diferença entre o remédio e o veneno está na dosagem. A CPI da inquisição também chamada da Covid, tem a forma jurisdicional ou seja, tem poderes de juiz e tem a sua disposição, vários instrumentos, para a execução de sua missão, entre outras, a quebra de sigilos, fiscal, telefônico, telemática e outros, mas como toda ferramenta, seu uso depende de manuais de instrução, explícitos ou implícitos, não precisa ser expert jurista para estabelecer o bom senso, só determinar a quebra de algum sigilo, o nome já diz sigilo, portanto só após criteriosa análise se propõe tamanha excepcionalidade, mas o que vimos na última quinta-feira foi uma avalanche de quebra de sigilos, mais de 180 numa só canetada sem nenhum critério de causalidade com o objeto da investigação.

Abusos podem ser corrigidos mas, nunca apagados, o dano moral já foi feito e seus efeitos são perpétuos, causam escárnio em toda sociedade que se sente impotente, ante a violência do Estado que tem a função de proteger, não impor vontades pessoais e ideológicas de quem, momentaneamente detém um poder nas mãos, repudiamos o ataque desproporcional com que a CPI tem reiteradas vezes avançado sobre pessoas de reputação ilibado, somente por terem opiniões divergentes dos sete mosqueteiros de Brasília.

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Finalizo pedindo a Deus que olhe pelo nosso país e proteja o povo desses “ protetores”. Que derrame as mais escolhidas bênçãos celestiais a todos.

Pastor Marco Feliciano

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