“Forças Armadas devem ser respeitadas”, diz Deputado Marco Feliciano

Às instituições mais respeitadas e admiradas pela maioria em nosso país são a Igreja e as Forças Armadas, aproveitando nosso caldo cultural e miscigenação criaram uma forma democrática com as quais são recrutadas seus membros, tanto na Igreja quanto nos quartéis o ingresso se dá pelo mérito e são disponíveis a qualquer classe social, fazendo com que todas as famílias se identifiquem e criem vínculos sentimentais com ambas, até mesmo pelas intervenções em momentos delicados de nossa história, em todos os cantos desse nosso país continente encontramos uma igreja e um destacamento militar, garantindo um convívio social solidário e pacífico, criando aí um vínculo indissolúvel de recíproca admiração.


Críticas as essas instituições devem ser tão criteriosas, que praticamente não existem, pois, tantos são os aspectos positivos que em muito superam os possíveis e pontuais motivos de divergências.

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Quando uma autoridade da república imbuída de uma posição de destaque numa Sacralidade de uma Comissão Parlamentar de Inquérito que desperta o interesse coletivo, na expectativa de aprimorar a administração dos recursos públicos, usa da voz do Senado para atacar as Forças Armadas injustamente de de forma rasteira, como fez o Presidente da CPI Senador Omar Aziz, se referindo a uma inexistente banda podre das FFAA, e numa fase das investigações que não apurou nenhuma responsabilidade de atos ilícitos por parte de militares que servem ao governo em cargos de confiança.


A resposta do Sr. Ministro da Defesa e dos Comandantes Militares foi oportuna e à altura, firme e Espartana, sem intimidação, mas como alerta para que fatos desagradáveis como esse não se repitam sob pena de arcarem com as consequências legais, dentro dos quatro cantos da constituição.


Finalizo pedindo a Deus que de equilíbrio as pessoas imbuídas de autoridade para que não caiam na vala comum do abuso .Que derrame as mais escolhidas bênçãos celestiais a todos.

Pastor Marco Feliciano

Foto: Forças Armadas se posicionaram contra fala do presidente da CPI, Omar Aziz, sobre “lado podre” dos militares.| Foto: Divulgação/Ministério da Defesa

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