Bebê de 7 meses é resgatada pela PM após ser mantida refém pelo pai - Jornal NovaCidade - Orlândia | Ribeirão Preto e região
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Bebê de 7 meses é resgatada pela PM após ser mantida refém pelo pai

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Uma bebê de sete meses foi resgatada pela Polícia Militar após ser mantida refém pelo próprio pai, na noite de sexta-feira (30), no bairro Pae Cará, em Guarujá, no litoral paulista. O homem foi preso depois de ameaçar os policiais com um garfo e resistir às tentativas de negociação. A criança foi retirada dos braços do suspeito sem ferimentos.

De acordo com a Agência SP, os policiais foram acionados pelo Centro de Operações da Polícia Militar (Copom), por volta das 19h35, para atender a uma ocorrência de violência doméstica.

No local, a mãe e a avó da criança informaram que o homem havia levado a bebê após uma discussão. Durante as buscas, os policiais localizaram o suspeito caminhando por uma rua próxima, com a menina no colo.

Ao perceber a aproximação da equipe, o homem passou a segurar um garfo e exigiu que os policiais mantivessem distância. Os agentes tentaram conversar e convencê-lo a entregar a criança, mas ele não atendeu aos pedidos.

Com a chegada de outras viaturas, o suspeito tentou fugir. Um policial conseguiu segurá-lo pelo braço para impedir que a bebê fosse ferida. Nesse momento, a soldado Giovanna dos Santos Teixeira retirou a menina dos braços do pai e a levou para um local seguro.

O homem foi preso e encaminhado à Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Guarujá. A bebê foi entregue à mãe e não apresentava ferimentos.

Ocorrência marcou policiais

O soldado Thales Nalbert, que está há quase seis anos na Polícia Militar, contou que nunca havia participado de uma ocorrência envolvendo uma criança tão pequena.

Segundo o policial, durante a negociação, a preocupação com a segurança da bebê foi constante. Ele também relatou que pensou na própria irmã, ainda criança, enquanto tentava controlar a situação.

“Na hora, só pensei na minha irmã. No vídeo da câmera corporal, dá para perceber que, em alguns momentos, minha voz falha, porque a gente começa a pensar no pior, ainda mais quando se trata de uma criança”, relatou.

A ação foi registrada pelas câmeras corporais dos policiais que participaram da ocorrência.

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