Equipe das Bibliotecas do IORM vivencia imersão cultural em São Paulo para ampliar repertório
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O Instituto Oswaldo Ribeiro de Mendonça (IORM), reafirmando seu compromisso com a excelência e a formação contínua de seus colaboradores, promoveu uma jornada de três dias voltada à ampliação de repertório cultural da equipe responsável por suas bibliotecas. As profissionais participaram de uma imersão na cidade de São Paulo, vivenciando de perto importantes elementos do patrimônio cultural brasileiro.
A iniciativa foi conduzida pela bibliotecária consultora Maria das Graças Garcia e contou com a participação de Maria Laura Ferro, responsável pela Biblioteca Comunitária AMA-ME IORM, no polo de Ipuã, e de Gislene Felix Mazarão Razanauskas, que estará à frente da futura Biblioteca Comunitária Castelo de Ideias IORM, em Orlândia.
O roteiro foi estruturado para proporcionar uma experiência imersiva na história, nas artes e nas tradições, aspectos fundamentais para enriquecer o trabalho desenvolvido nas bibliotecas do Instituto. A programação incluiu visitas a alguns dos principais espaços culturais da capital paulista.
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Entre os locais visitados estão o Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (MASP) e o Museu Paulista (Museu do Ipiranga), além do Instituto Moreira Salles (IMS), Casa das Rosas, Japan House e o Centro Cultural Coreano no Brasil. A equipe também percorreu o tradicional Bairro da Liberdade, conhecido por sua forte influência cultural asiática.

O itinerário incluiu ainda espaços que integram cultura, convivência e literatura, como o SESC Avenida Paulista, com visita ao mirante, o Conjunto Nacional, a Biblioteca Mário de Andrade, a Livraria Martins Fontes, a Livraria Paisagem e a Reserva Cultural. A jornada contemplou também pontos urbanos relevantes, como a escultura da Baleia, na Faria Lima, o Shopping Center 3 e a Escultura Quatro Estações.
De acordo com a coordenadora do Conselho do IORM, Maria Inês Marcório Guedes Moreira de Carvalho, o investimento no repertório cultural dos profissionais impacta diretamente na qualidade do atendimento oferecido à população. “A vivência cultural proporciona uma escuta mais qualificada e empática, permitindo reconhecer a complexidade da história de cada pessoa. Além disso, estimula a criatividade e fortalece a inclusão, contribuindo para o desenvolvimento de novas práticas e projetos nas bibliotecas”, destacou.
A experiência em São Paulo deve refletir no dia a dia das Bibliotecas Comunitárias do Instituto, ampliando as possibilidades de atuação e tornando os espaços ainda mais acolhedores, criativos e conectados com a comunidade.


