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Mostra Cultural de Artes Integradas Integrartes apresenta “Meu Sonho” em Miguelópolis, Guaíra e Orlândia

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Escolas públicas dos municípios de Miguelópolis, Guaíra e Orlândia receberão no mês de setembro a Mostra Cultural de Artes Integradas Integrartes com o espetáculo Meu Sonho É. Os locais que receberão a Mostra foram adaptados para assegurar acessibilidade para o público.


Serão três apresentações ao todo, abertas ao público e com entrada gratuita. A Mostra Cultural realizada pelo Centro de Desenvolvimento social Arte pela Vida, Governo do Estado de São Paulo e Secretaria de Estado de Cultura com o apoio e parceria do Instituto Oswaldo Ribeiro de Mendonça.
Os três dias de apresentações artísticas culturais nos municípios de Miguelópolis, Guaíra e Orlândia, são resultantes do trabalho realizado nas Oficinas de Artes Integradas abrangendo as modalidades de dança, teatro, música, literatura, artes plásticas e convivência social.


Processo criativo
Transportando Sonhos. Esta frase deu origem ao nome da Mostra Cultural “Meu Sonho é…”, que traz uma combinação do representativo, do abstrato, do irreal e do inconsciente. Da arte que busca libertar-se das exigências da lógica e da razão e ir além da consciência cotidiana, para a expressão do mundo do inconsciente e dos sonhos.

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A apresentação resulta do levantamento e registro dos sonhos reais dos alunos e da equipe de professores das Oficinas de Artes Integradas. Tudo começou com o laboratório de criação de vídeos feitos pelos professores. Os alunos demonstraram vivo interesse pelos vídeos e passaram a reconhecer que a identidade e sonhos dos professores contribuem na construção do espetáculo.”, conta a diretora Artística da Usina da Dança, Valéria Pazeto.
Relatando o processo de Criação da Mostra Meu Sonho É, Valéria conta que o“espetáculo Sonhos, plástico e híbrido, foi criado a partir da metodologia multirreferencial que permeia integração, diversidade, colaboração, complexidade, arte educação, educação somática, intertransdiciplinariedade, subjetividade e poética, mesclando habilidades técnicas sensíveis e criativas a partir das linguagens das artes: música, artes plásticas e literatura e das artes da cena: balé clássico, jazz, contemporâneo e teatro.”, afirma.


Ela lembra que o processo de criação foi feito de “momentos ricos de união e escuta”. O caminho foi o pensar juntos, somando habilidades, de maneira lúdica, em uma vivência envolvente e encantadora.


Investigação
O trabalho artístico em dança fundamenta sua criação nos processos investigativos das inquietações cotidianas dos alunos que são instigados a criarem suas próprias histórias, baseadas em obras artísticas já existentes.
Movimento que envolve as famílias e sociedade.


O trabalho consolidou-se por meio de laboratórios participativos, que sensibilizaram professores e alunos, colocando-os em contato com os estudos de Freud e Jung. Como aporte teórico também abrangemos o conhecimento da Escola de Artes Surrealismo e como atua nas diversas linguagens: Artes Plásticas, Teatro, Cinema e Dança.


Outros laboratórios foram de escuta dos alunos e de produção de desenhos e colagens que expuseram sonhos coletivos e a partir da colagem e produção artística individual. Os desenhos produzidos deram início à criação compartilhada do roteiro do espetáculo, estruturação de uma história, divisão de coreografias, sugestões de figurinos, elementos cênicos, cenário.


O trabalho passou, então, a envolver todos os profissionais com a proposta do sentir prático de um processo criativo artístico, norteador e a metodologia das Oficinas de Artes Usina da Dança, por oferecer uma visão holística, poética, estética e ética que acredita na arte como potencial transformador e sensível do ser humano, e que acompanha o olhar contemporâneo que acontece mundialmente.


Deste processo criativo foi possível pensar como os caminhos e possibilidades se tornam mais importantes do que simplesmente o produto final; como necessitamos despertar, estimular e reafirmar sempre nossa capacidade criadora. Cada espectador contribui com o espetáculo que irá compor a Mostra, trazendo sua interpretação única e particular, diretamente ligada às suas vivências, experiências sensíveis e sinestésicas, memórias e cultura.


As apresentações serão abertas ao público e com entrada gratuita. Confira a programação:


Miguelópolis
Data: 04 de setembro, às 14h30 / Escola Estadual Dr Willian Amin
Avenida Leopoldo Carlos de Oliveira nº 353 – Vila Nova


Guaíra
Data: 11 de setembro, às 14h30 / Local: Escola Padre Mário Lano
Avenida Trinta e Um, nº 1860
Data: 16 de setembro, às 14h30 / Local : Sogube. Rua 26 , nº 1756


Orlândia
Data: 13 de setembro, às 14h30 / Local: Escola Profª Alcinea Gouvea de Freitas – Avenida Vinte nº 2506 – Bairro: Júlio Bucci

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